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Notícias
Preço das casas nas periferias é o que mais vai subir em 2018
05-03-2018
FotoFonte: https://www.dinheirovivo.pt

Procura Valor das casas está a empurrar famílias para fora das cidades e o movimento continuará em 2018. Procura aumenta a pressão.

712 milhões de euros de negócios mediados, 10 988 transações de imóveis e um valor médio de venda por imóvel de 129 mil euros. Estes foram alguns dos resultados da Century 21 em 2017 e que refletem aumentos homólogos de dois dígitos.

Para este ano, Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal, espera que a recuperação do mercado se mantenha e antecipa uma maior subida de preços nas zonas à volta das principais cidades.

Os preços das casas em Lisboa e no Porto começaram a empurrar as famílias portuguesas para as periferias e este movimento ira manter-se em 2018. Esta maior pressão do lado da procura, conjugada com o facto de a capital e o Porto terem vários projetos em marcha que vão colocar novas casas no mercado, leva Ricardo Sousa a estimar que os preços possam subir de forma mais significativa nos arredores do que nestas duas cidades.

No último trimestre de 2017, os dados do Instituto Nacional de Estaticista davam conta de que Odivelas e Amadora tinham sido dois dos concelhos em que o preço por metro quadrado mais tinha aumentado.

Na rede nacional da Centuru21, perto de 55% dos portugueses que compraram casa tinham entre 40 e 50 anos e a maioria procurava apartamentos T3 ou T2. Um quarto das quase 11 mil transações foram por um valor inferior a 100 mil euros enquanto 42% se situou entre os 100 mil e os 200 mil euros.

Os estrangeiros representaram também uma fatia importante dos clientes da Century 21, pesando cerca de 19%. Franceses, brasileiros, chineses, belgas e britânicos foram os que responderam pelo maior número destas aquisições e, segundo referiu Ricardo Sousa ao Dinheiro Vivo, a maior parte não procura imóveis de valor acima dos 500 mi euros, mas essencialmente até aos 300 mil euros. “São pessoas que estão a investir e não tanto a pensar no golden visa”, refere, acrescentado que depois de uma primeira leva em que apenas os estrangeiros com forte poder de compra olhavam para Portugal, o país está também já a captar a atenção de pessoas de classe média alta.

O arrendamento manteve em 2017 a tendência de quebra com o número de operações a situar-se nas 2870, o que traduz uma descida homóloga de 18%. O T2 foi a tipologia mais procurada por quem queria arrendar e o valor médio do arrendamento situou-se nos 598 euros.

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