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Artigos de Opinião
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FotoPublicado no dia 12 de julho de 2017 no Público

Este ano tem todas as condições para se afirmar como ano recorde no que ao investimento imobiliário diz respeito. Só no primeiro trimestre de 2017, transacionaram-se 35 178 alojamentos familiares, registando-se um aumento de 19,4% face a igual período de 2016.

Este crescimento reforça o destino “Portugal” como um dos mais apetecíveis para o investimento imobiliário.

De acordo com os dados divulgados num relatório do Global Property Guide, que analisa os preços das casas em 45 países, Portugal encontra-se no TOP 20 (mais precisamente no 17º lugar) dos países do mundo em que o imobiliário está mais “quente”, tendo os preços da habitação registado, no primeiro trimestre de 2017, um aumento de 4,18% face ao período homólogo.

Esta comparação, a nível mundial, confirma que Portugal se tem vindo a destacar enquanto País atraente para captar investimento imobiliário, não só por apresentar preços inferiores à grande maioria dos Países, sobretudo os Europeus, mas também por ter um potencial de valorização crescente, como se tem vindo a confirmar trimestre após trimestre.

Como sempre defendi, o nosso imobiliário continua a ter todas as condições para servir de refúgio a poupanças e a investimentos, nacionais e estrangeiros, como alternativa a outros investimentos que revelaram ser menos seguros.

Este é um sector que conseguiu sobreviver, mesmo com as dificuldades que viveu durante o período de crise económica que abalou o País, tendo conseguido resistir a uma bolha imobiliária que afetou países como a Espanha, a Irlanda ou os Estados Unidos da América, que viram os preços dos ativos cair de forma drástica.

Mesmo com dificuldades, o nosso imobiliário conseguiu resistir à tentação da desvalorização forçada dos ativos, reforçando-se como porto seguro para o investimento, que com a ajuda de programas de captação de investimento para o sector, conseguiu lançar-se no panorama internacional, apelando a olhares de países a quem, até então, tínhamos passado completamente despercebidos.

O nosso País mantém-se na rota da internacionalização, continuando a ser percecionado como um destino seguro para o investimento estrangeiro, mostrando-se também, internamente, capaz de contribuir de forma decisiva para a criação de emprego e recuperação económica do País.

O nome de Portugal e do imobiliário português está lançado, mas continua a ser necessário promovê-lo, sobretudo além-fronteiras. Beneficiamos ainda do facto de sermos um país seguro, com um bom clima, boa gastronomia, hospitaleiro, com praia, cidade, campo, montanha, e um sem número de ofertas turísticas para quem nos queira visitar e por cá ficar.

As oportunidades de investimento mantêm-se e ainda há muito por descobrir, sobretudo fora das grandes cidades.

O desafio prende-se agora com a promoção das potencialidades de outras regiões do país, que têm ainda muito por explorar nomeadamente nos mercados da reabilitação urbana e arrendamento, que aliados ao turismo residencial, criam espaço para a expansão do investimento imobiliário.

Saibamos nós deixar o mercado funcionar sem sobressaltos, dando confiança a quem nos procura, e a temperatura do sector imobiliário continuará a subir…

 

Luis Lima

Presidente da APEMIP

luislima@apemip.pt

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